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sexta-feira, 19 de julho de 2013

A trilogia da “Crônica Matador do Rei” virará série de TV

Dessa vez eu me superei, trouxe a notícia abaixo antes de qualquer site do país especializado em séries e livros. Publiquei originalmente no site do Kalango Atômico:

Para vocês, fãs da trilogia de Patrick Rothfuss, trago uma notícia, em primeira mão, que deixarão todos empolgados:
O site americano Tor.com acaba de anunciar que, a 20th Century Fox, adquiriu os direitos televisivos da trilogia épica “A Crônica do Matrador do Rei” para transformá-la em uma série. AParamount já havia comprado os direitos de “O Nome do Vento” para a gravação de um filme, agora a Fox pretende adaptar toda a trilogia em uma série.
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Por enquanto ainda não foi divulgado mais detalhes sobre quando será a produção nem quem irá comandar, mas estamos atentos e quando houver mais notícias divulgaremos.
A Crônica do Matador do Rei  é uma trilogia escrita por Patrick Rothfuss que conta a história de ‘Kvothe’. Lendário arcanista e músico famoso, Kvothe conta sua história a um cronista em três dias. A narrativa se desenvolve em dois tempos diferentes: O presente na qual Kvothe conta sua história à Devan Lochees (Conhecido como O Cronista) e o passado de Kvothe (maior parte da narrativa).
Fico com um pé atrás pelo fato de ser a Fox a compradora, afinal ela possui um histórico de séries canceladas, quem é capaz de esquecer o que fizeram com Alcatraz, The Finder e mais recentemente Terra Nova? Esperemos que tenham respeito por essa grande obra de Rothfuss.
Patrick Rothfuss
Patrick Rothfuss
De toda forma é uma notícia empolgante saber que a vida de Kvote, além do filme, será contada com mais detalhes em uma série. Enquanto aguardamos com ansiedade, recomendo a leitura dos dois livros já lançados: O Nome do Vento e O Temor do Sábio. Aliás, em comemoração publicarei resenhas dos dois livros.
Enquanto as resenhas não saem, vos brindo com um trecho do “O Temor do Sábio”, podem ler que, apesar de ser do segundo livro, não será spoiler por ser uma reflexão do personagem. Leiam e vejam o nível da obra:
Os Segredos por Kvote – Patrick Rothfuss
 
Os segredos são dolorosos tesouros da mente. A maioria do que as pessoas pensam como segredo, na verdade, não é nada disso. Os mistérios, por exemplo, não são segredos. Nem o são os fatos pouco conhecidos ou as verdades esquecidas. Segredo, é um conhecimento verdadeiro que é intencionalmente ocultado.
Os filósofos discutem há seculos os pormenores dessa definição. Assinalam os problemas lógicos que existem nela, as lacunas, as exceções. Em todo esse tempo, entretanto, nenhum deles conseguiu chegar à uma definição melhor. O que talvez diga mais do que todos os sofismas combinados.
 
 Há dois tipos de segredos: Os da Boca, e os do Coração.
 
A maioria deles é da boca. Boatos compartilhados e pequenos escândalos sussurrados. Há segredos que anseiam por se largar no mundo. Um segredo da boca é como uma pedra na bota. No começo, mal se tem consciência dela. depois, torna-se irritante e, mais tarde, intolerável. Os segredos da boca vão crescendo à medida que são guardados, inchando até pressionar os lábios. Lutam para se soltar.
 
Os segredos do coração são diferentes. São privados e dolorosos e não há nada que se deseje mais do que escondê-los do mundo. Eles não inflam nem pressionam a boca. Vivem no coração, e quanto mais são guardados, mais pesados se tornam.
 
É melhor ter a boca cheia de veneno do que um segredo no coração. Qualquer idiota é capaz de cuspir o veneno, mas nós guardamos esses tesouros dolorosos. Engolimos em seco todos os dias para contê-los, empurrando-os para baixo, para nossas entranhas mais recônditas. Lá eles permanecem, ganhando peso, supurando. com o tempo, não há como deixarem de esmagar o coração que os contém.
Quem entende isso, compreende o que é vida.
 
Fonte: O Temor do Sábio – Patrick Rothfuss

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Uma Vida em Cartas – Coletânea de cartas de George Orwell chega ao Brasil

Publiquei a notícia originalmente no Kalango Atômico onde sou colunista, acesse, curtam.
Nunca canso de repetir: As obras de George Orwell deveriam ser leituras obrigatórias nas escolas, especialmente “1984” e “A Revolução dos Bichos“.
Poucos autores na história conseguiram sintetizar a política moderna como Orwell. Mesmo depois de tantos anos seus livros continuam atuais, o que demonstra a estagnação política da humanidade, onde não importa as revoluções, sempre acabamos desembocando nos mesmos sistemas, muitas vezes totalitários.
Se já leu os livros citados sabe do que falo. Se não leu, faça isso e não se arrependerá, terá reflexões capazes de mudar completamente sua visão política ou mesmo sociológica.
Mas, não tenho por intenção resenhar. Pelo contrário, trago uma ótima notícia:
Os fãs desse grande escritor podem comemorar. A editora Companhia das Letras anunciou, e o Submarino já colocou na pré-venda, um livro inédito de George Orwell com previsão de lançamento para o próximo dia 27. “Uma Vida em Cartas“, é o título da coletânea que reúne correspondências que contextualizam todo o pensamento do escritor.
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Nascido numa família da classe média inglesa intimamente ligada ao colonialismo europeu na Ásia, George Orwell – não fosse seu temperamento irrequieto e contestador – poderia ter se tornado, como seu pai, um obscuro burocrata da administração imperial. Mas os horrores da exploração colonial marcaram profundamente o futuro autor de Dias na Birmânia, e em 1927 ele decide se embrenhar numa vida incerta de vagabundo, operário e escritor freelancer. Só duas décadas mais tarde, após inúmeras dificuldades pessoais e gravemente enfermo, Orwell enfim encontraria a consagração literária.
Uma vida em cartas permite acompanhar essa singular trajetória por meio da voz inconfundível do próprio Orwell. Entre amigos, editores, parentes e simples leitores desconhecidos, o escritor britânico correspondeu-se generosamente com as pessoas que exerceram influência sobre sua vida e produção literária. Selecionada entre as várias centenas de suas cartas conhecidas, esta coletânea contextualiza os principais movimentos do autor em meio a seu ambiente político, familiar e profissional.
Com amplo aparato crítico, o livro fornece ainda valiosos subsídios para a compreensão de fatos biográficos – como sua participação na Guerra Civil Espanhola entre as fileiras de uma milícia comunista, os padecimentos decorrentes da tuberculose e a militância antipacifista durante a Segunda Guerra Mundial – e, por outro lado, da gênese dos romances e ensaios mais importantes.

Editora Arqueiro lançará três livros inéditos de Douglas Adms

editora Arqueiro anunciou ontem em sua fã page que lançará três obras do escritor Douglas Adams, o mesmo autor da aclamada série “O Guia do Mochileiro das Galáxias“.
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Douglas Adams
Há algum tempo os fãs do escritor britânico vinham clamando pelo lançamento de mais obras no país. Até uma petição online foi lançada pelo Avazz e reuniu 800 assinaturas entregues para várias editoras brasileiras. Dizia o texto da petição:
Muito além, nos confins inexplorados da região mais brega da Borda Ocidental desta Galáxia, há um pequeno (ou não tanto) país que clama por mais obras do seu autor preferido em sua língua nativa. De alienígenas com problemas depressivos aos viciados em chá, se você também gostaria de ter em mãos outras obras do Douglas Adams além das já publicadas em português, colabore assinando e divulgando a petição. E claro, don’t panic!
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Ao que parece a editora Arqueiro escutou o clamor e trará, para alegria geral da nação, três livros do escritor. Serão traduzidos The Salmon of Doubt uma copilação de textos nunca publicados até então, incluindo o romance incompleto que o autor estava escrevendo no ano de sua morte e “Dirk Gently’s Holistic Detective Agency” e “The Long Dark Tea-time of the Soul” que fazem parte de uma série de humor originalmente publicado em 1987.
É interessante ver a movimentação de leitores por obras de qualidade, isso demonstra o quanto o amor pela leitura tem crescido no Brasil. Agora, é só aguardar o lançamento.
Douglas Adms nasceu em Cambridge, em 11 de março de 1952 e morreu em Santa Bárbara, em 11 de maio de 2001 aos 49 anos de idade, após sofrer um ataque cardíaco. O escritor costuma ser lembrado no ‘Dia da Toalha‘, celebrado no dia 25 de maio pelos fás de O Guia do Mochileiro das Galáxias. No livro, a toalha é considerada um guia indispensável para os viajantes da galáxia. Em 11 de março de 2013 o Google homenageou-o com o doodle.
Texto publicado originalmente no Kalango Atômico

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Sessão de autógrafos com Eduardo Spohr

Nesse fim de semana tivemos o privilégio de encontrar o escritor Eduardo Spohr, reproduzo abaixo o artigo do nosso site Kalango Atômico, o podccast do cerrado:

Esse aí sou eu enquanto Spohr autografa 
No fim da tarde de ontem (domingo), 7 de Julho, Eduardo Spohr fez uma sessão de autógrafos no Shopping Pátio Brasil, num evento da Livraria Saraiva, promovendo seu mais novo livro Filhos do Éden: Anjos da morte, vol.2 pela editora Versus. Mas antes fez questão de bater um papo com os fãs sobre suas obras e sobre sua vida também.
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‘Nunca vi tanto nerd por metro quadrado’ disse aos amigos ontem.O espaço reservado ficou lotado. O que mostra a evolução da literatura fantástica aqui no cerrado. jovens e adultos (inclusive alguns senhores) prestigiando e fazendo boas perguntas ao autor sobre suas obras, sua carreira e suas pretensões como lançar seu Best-seller A Batalha do Apocalipse em países de língua inglesa.
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Spohr também falou sobre a importância dos livros em formato digital. Perguntado se eles atrapalhariam a venda dos livros em papel,  ele respondeu que acontece o contrário, as pessoas estão começando a entender que um formato complementa o outro. ‘Você lê o livro em papel em casa, no serviço continua a ler num tablet e no ônibus lê no celular’, disse Spohr. Ele defende que ambos os formatos devem ser vendidos juntos.
Muito atencioso e paciente com a grande fila para os autógrafos e fotos com os fãs, Eduardofez questão de atender todos. Isso evidencia o grande caráter que possui a pessoa/escritorEduardo Spohr. Aliás, muitos profissionais deveriam aprender a ser assim também. ‘O contato com o público é fundamental, fazendo com que eu melhore como  escritor através das críticas construtivas’, disse Spohr.
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Equipe do Kalango Atômico
Esse ex caçador de alienígenas tem feito um excelente trabalho em suas obras. Para quem não conhece suas obras, A Batalha do Apocalipse, seu primeiro livro já é Best-seller. E ainda, sua nova obra Filhos do Éden que será dividido em três volumes, e recentemente lançou o segundo, Anjos da morte, receberam ótimas avaliações da crítica e do público.Vale a pena conferir, o cara é bom.

--------- Fim dos post original

Preciso ressaltar, Eduardo Spohr é um cara humilde que trata seu fãs sem igual, quem dera todos profissionais fossem assim.

Eduardo Spohr e eu, quem sabe um dia seja eu autografando hehehe

domingo, 7 de julho de 2013

O Trono do Sol, A Magia da Alvorada

Mais uma artigo especial para o site Kalango Atômico


Você leitor viciado em As Crônicas de Gelo e Fogo, ou mesmo você que ainda não leu, mas sabe que atualmente não existe ninguém mais badalado na Literatura Fantástica que George R.R Martin; ficaria feliz em ver sua reação ao deparar-se com um livro que apresenta na sua capa e no final as seguintes frases:
“Política, guerra, religião e feitiçaria em um mundo repleto de imaginação. Um lugar fascinante, e que estou ansioso para visitar de novo.” George R.R Martin.
“O Trono do Sol é o melhor de S. L. Farrell, uma mistura deliciosa de política, guerra, feitiçaria e religião em um mundo repleto de imaginação, povoado por um elenco de lordes arrogantes, manipuladores, mendigos, padres, hereges, fanáticos, espiões, assassinos, torturadores, e damas sedutoras. Eles são personagens vívidos e memoráveis, e a maioria pintados em tons de cinza, a minha cor favorita! Esta é uma visão onde a magia funciona. É um lugar fascinante, e que estou ansioso para visitar de novo.” – George R. R. Martin
Diga-me como reagiria, pois eu comprei imediatamente o “O Trono do Sol” do escritor S.L Farrel.

O título original do primeiro livro era “A Magia da Alvorada”, no entanto, foi alterado para “O Trono do Sol” trazendo uma linda imagem na capa que nos leva diretamente a uma referência ao “Trono de Ferro” de Westeros. Isso, somado ao elogio de Martin no final, torna nítida a tentativa da editora Leya em associar a obra de S.L. Farrel ao pai de Game of Thrones. Uma tentativa tola e desnecessária que leva o leitor a acreditar que lerá um segundo “Guerra dos Tronos” quando as veredas tortuosas de Farrel embrenham-se por outros lados.
O Trono do Sol, primeiro livro do Ciclo de Nessântico, começa com uma característica particular, Nessântico, a cidade foco de quase todas as tramas que são desenvolvidas, é apresentada como um personagem:
Se uma cidade tivesse sexo, Nessântico seria mulher…
O prólogo é essencial para compreendermos a mente dos personagens que aparecerão, pois independente de quem seja, todos eles (ou quase todos) amam Nessântico, da sua maneira, e desejam o melhor para a cidade e para si (não necessariamente nessa ordem).
O início do livro é complicado, pois já no primeiro capítulo damos de cara com expressões linguísticas difíceis de assimilar, entretanto, há um glossário com a tradução das principais expressões, que destacado torna-se um marcador de página e deixará a leitura mais fácil.
A história é contada em POVs (Points of Views) e vemos o desenrolar dos fatos pela óptica de vários personagens, diferente da obra de Martin (que por causa da própria editora é impossível não comparar) não há um aprofundamento do universo de cada participante focado. Alguns são apáticos, outros aparecem apenas para morrer. O foco principal está no jogo de poder tanto político quanto religioso.
Nessântico prepara-se para o jubileu da Kraljica (imperatriz) Marguerite Ca’ Ludovici, porém uma disputa pelo poder acontece nos bastidores, uma tentativa de controle sobre a fé e o trono. No meio disso tudo está Ana co’ Seranta, uma proeminente sacerdotisa e forte candidata ao cargo de Archigos (algo como Papa), e é principalmente sobre seus olhos que assistimos a tudo. Mesmo podendo ser considerada a protagonista da história, Ana é uma personagem desenvolvida fracamente. Talvez isso seja intencional para uma virada futura, e enquanto isso não acontece, há pessoas interessantíssimas como o capitão Sergei ca’ Rudka (para mim o melhor personagem) e o mendigo Marhi
Farrel desenvolveu um mundo impecável, com sua hierarquia, sua própria história, uma religião complexa sob choque de progressistas, tradicionalistas e numetodos (ateus ou hereges), e o conhecido jogo da nobreza.
Os pontos negativos são a demora para a história engrenar e as constantes falhas da revisão ortográfica. Porém, esses problemas não ofuscam o brilho da obra.
Convido-os a conhecer Nessântico, essa joia nascida nas águas plácidas e resplandecentes do rio A’Sele e que agora sente as dores do envelhecimento.
livro torno do solO Trono do Sol S.L Farrel
Editora: Leya
574 páginas
Preço: Na faixa de 45 reais.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Resenha: O Lobo das Planícies de Conn Iggulden

Resenha escrita especialmente para o recomendado site Kalango Atômico.



Meu nome é Gêngis... e minha palavra é ferro!

Bernard Conrnweel poderia ser chamado de "rei dos romances históricos" se na cena não existisse Conn Iggulden. Já consagrado por sua obra "O Imperador", Iggulden mergulhou na história do garoto que viria a ser um dos maiores conquistadores de todos os tempos.

O Lobo das Planícies é o primeiro livro da saga "O Conquistador" e conta a história de Temujim, inicialmente um menino que vivia com sua família na Tribo dos Lobos. Filho do Cã Yesugei, o garoto tinha um futuro promissor podendo ser um dia o líder de seu povo. Tinha. Pois, a morte do pai desencadeia uma série de acontecimentos que abalaria não só a família, mas o mundo inteiro.

Iggulden morou um tempo na Mongólia para escrever o livro, aprendeu muito bem sobre a cultura, suas lendas, costumes, culinária, o que deu à obra um toque especial.

Ler o livro e mergulhar na história e sentir-se em meio às batalhas, cavalgando, atirando flechas e bebendo um airag no fim. Ler é receber uma lição de vida. Qual sua reação diante do abandono, da fome, do desespero? A de Temujin é a vitória, a vingança e a justiça.

Enquanto isolado, desgarrado, tendo a morte como companhia e o amor da família como único elo de ligação com a vida, Temujim percebe que não há sentido nos incontáveis anos de guerra entre um único povo, que não há diferença entre Lobos e desgarrados, entre Olkhun'ut e Keirates, todos são mongóis, todos são de prata. Eis a semente do lendário império, regada com muito sangue. Sangue de traidores e tártaros, que escorre para o nascimento do cã do Mar de Capim: Gêngis Khan.

A escrita é simples, diferente dos autores do gênero, Iggulden não prende-se aos detalhes cenográficos preferindo nos envolver nas teias emocionais dos personagens, isso torna a leitura dinâmica e a história tão envolvente que, o leitor é levado a devorar as páginas.

Não entrarei em mais detalhes, pois tratando-se de um personagem já conhecido, são as sutilezas de fatos que tornam tudo fantástico.

Portanto, é uma leitura mais que recomendada, pois...

— Ele nasceu com a morte na mão direita, Hoelun. Isso é bom. Ele é
filho de um cã e a morte é sua companheira. Será um grande guerreiro.
(...)
— Já tem um nome para ele? — perguntou a parteira a Hoelun.
Yesugei respondeu s em hesitar:
— O nome do meu filho é Temujin. Ele será ferro.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Divulgado o ator que fará Oberyn Martell em Game of Thrones

O novo personagem mais esperado para a 4ª temporada de Game of Thrones teve seu ator divulgado. O Príncipe Oberyn Martell será interpretado pelo chileno Pedro Pascal, que já teve participações em The Good Wife, Red Widow e Graceland.



Para aqueles que não leram os livros, aqui está uma descrição sem spoilers do personagem: Oberyn é impetuoso, charmoso, e o astuto príncipe de Dorne (parte dos Sete Reinos de Westeros).  Sua irmã Elia foi brutalmente assassinada pelo cavaleiro Lannister Clegor Clegane (também chamado de “A Montanha”, devido a sua espantosa altura) quando o louco rei Aerys foi destronado por Robert Baratheon e os Lannisters.  Na quarta temporada, Oberyn vem a Porto Real com sede de vingança. E, assim como alguns personagens de Game of Thrones, Oberyn tem um apelido: A Víbora Vermelha (“The Red Viper”, em inglês).

“Essa foi uma escolha difícil”, disseram os showrunners David Benioff e Dan Weiss sobre a escolha do ator. “A Víbora Vermelha é sexy e charmoso, mas incrivelmente perigoso; intensamente agradável, e ainda impulsionado pelo ódio. Os meninos o adoram, as meninas o amam, e ele ama todos de volta. A menos que seu sobrenome seja Lannister. Encontramos um sujeito que pode lidar com o trabalho e fazê-lo parecer fácil. Não foi fácil encontrá-lo e não será fácil fazê-lo parar.”
Game of Thrones retorna somente em 2014, mas é quase certo que a série terá um painel na Comic-Con esse ano.

Fonte: Apaixonados por séries